És o mar e a onda
o sal doce na pele do vento,
a maresia onde o desejo
se liberta
sem âncoras,
sem nome, sem tempo.
És o rumor das águas profundas,
segredo que o mar não revela,
o impulso que nasce na lua
e rebenta em espuma
sobre a areia.
No dorso das vagas
cavalgas o amor,
indomável, vasto, profundo,
como se o mundo coubesse
no instante líquido do teu beijo.
Eu, sou apenas a margem rendida,
que aprende a ceder
cada vez que regressas,
cada vez que me invades
com o infinito que trazes contigo.
albino santos
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La imagen iguala a tus palabras o viceversa; es un elegante poema sensual donde la belleza está impregnada en la mirada de quien observa. Un abrazo, feliz semana.
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