Como sílaba incendiada no feno
és um rasgão de prata
no rumor vegetal das searas.
Inventas os gestos nas vagarosas sombras.
Propagas o fascínio
da íntima linguagem do amor
no sedutor resvalar das brisas.
Desfazes nas mãos a orografia das palavras
na precária eternidade da luz.
És a cicatriz petrificada
da lava
ainda a arder de tanto ser hesitação.
És uma linda mariposa incendiando o poema!...
albino santos
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Que lenguaje más bello has plasmado en papel.
ResponderEliminarEsa polilla o luciérnaga, a puesto el poema en el fogón y de ahí un exquisito manjar.
La imagen de la mano del poema.
Entiendo también que todo forma parte de la naturaleza, y que todos y todo nos necesitamos.
Precioso Albino.
Un abrazo
Tus palabras fluyen deliciosas sobre la fantasía y sobre nuestro corazón...
ResponderEliminarHermosísimo.
Un beso grande!
Vibrante tu poema Albino. Gracias por compartirlo.
ResponderEliminarUn abrazo.
Esa polilla es la chispa del poema. Bellas letras las que hoy nos compartes , Albino. Un abrazo , buenas noches.
ResponderEliminarLindo poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarOlá caro A.S.
ResponderEliminarEsse poema, pra mim, fala sobre alguém muito intenso, que mistura beleza, amor e dúvida ao mesmo tempo. As imagens de fogo, luz e natureza mostram uma pessoa que marca profundamente, quase como se transformasse tudo ao redor. No fim, a “mariposa incendiando o poema” passa a ideia de um sentimento bonito, mas também forte e impossível de ignorar.
Muito bom, amigo poeta.
Beijo!
Excellent, this is food for me... Thank you, thank you.
ResponderEliminarSending a Friday hug!
Que maravilha!
ResponderEliminarConsegue-se sentir a força da linguagem do amor que entre palavras penetrantes e gestos delicados, deixam em nós um leveza tão boa.
Abraço
Silaba ardiente, lágrima plateada...Tus metáforas prenden la palabra y la elevan para ser arte y sentimiento, amigo poeta...Muy bueno.
ResponderEliminarMi abrazo entrañable y feliz fin de semana.
(el águila espiritual de mi poema, no vuela, contempla a alguien que quiere ser río...je,je)
ResponderEliminarEl lenguaje de los lenguajes, la poética del amor y el deseo que tan bien sabes delinear vos, Amigo...
ResponderEliminarAbrazo agradecido!!
A poética do amor deslizando detalhes entre intensas palavras diante do desejo da amada!
ResponderEliminarQue linda poesia, Albino!
Beijos!
Luz y brillo en tus palabras... que todo iluminan!
ResponderEliminarAbrazos
*`'·.¸♥ ♥ ♥¸.·'´*Olá Albino, como estas, amigo! adorei este poema, tao cheio de sensibilidade e encanto. Praticamente pintou as emocoes no ar. A ultima metafora foi especialmente bela. 🌷😘🌺😘😍😘🌺😘😍😍😍
ResponderEliminarQuerido albino, es hermoso leerte.
ResponderEliminarTus palabras acarician el corazon.
Feliz fin de semana Poeta del amor
Que Dios te bendiga.
👄🌹Besitos y te dejo todo mi cariño🌹👄
Querido Albino,
ResponderEliminarhá poemas que passam pelos olhos o seu passa pela pele.
Li seus versos como quem abre uma janela numa tarde quieta e, de repente, encontra o vento carregado de brasas e delicadeza.
Você escreve com imagens que não apenas descrevem; elas permanecem.
“És a cicatriz petrificada da lava…” Que coisa bonita e dolorosamente certa. Porque existem pessoas assim: aparentemente sólidas, mas ainda ardendo por dentro das próprias hesitações.
Seu poema possui essa beleza rara de quem sabe ser intenso sem perder a delicadeza. Há fogo, mas também brisa. Há desejo, mas também silêncio. E talvez seja justamente isso que o torne tão sedutor essa maneira de transformar o amor em paisagem viva.
A mariposa incendiando o poema ficou em neon depois da leitura. Talvez porque todos nós, em algum momento, nos aproximemos demais daquilo que nos ilumina, mesmo sabendo dos riscos. Obrigada por escrever beleza com tanta coragem.
Abraço
Fernanda